
A missão Mars Exploration Rovers ou Veículos Exploradores de Marte, consiste no envio a Marte pela NASA, de dois pequenos veículos (rovers) geológicos gêmeos, equipados com diversos instrumentos modernos de exploração do meio ambiente, capazes de se locomover em Marte, a fim de procurar respostas sobre a existência de água no planeta.
Cada veículo foi transportado em seu próprio foguete e pousaram na região equatorial de Marte, no espaço de alguns dias de diferença, um em cada lado do planeta.
Os veículos (rovers) foram denominados de Spirit e Opportunity.
O veículo Spirit foi lançado em 10 de junho de 2003 e o veículo Opportunity foi lançado em 7 de julho de 2003.
Spirit pousou em Marte em 3 de Janeiro de 2004 e o Opportunity pousou em 24 de janeiro de 2004, horários UTC.
A missão Mars Exploration Rover é parte do programa de exploração de Marte pela NASA, sob os cuidados do Laboratório de Jato-propulsão - JPL em um programa de longa duração para a exploração robótica de Marte.
O principal objetivo dos veículos é explorar as rochas e os solos de Marte a procura de indícios da existência de água em Marte.
Os veículos pousaram em lados opostos de Marte em regiões que se supõe que tenham sido afetadas pela ação da água. Spirit pousou na região denominada de Cratera de Gusev , onde no seu interior, possivelmente tenha existido um lago.
Opportunity pousou em uma região denominada de Meridiani Planum, onde aparentemente depósitos de minerais teriam sido formados devido a ação da água, como a hematita, sugere que a região teve um passado úmido.
Após um pouso controlado com o auxílio de airbags e de retrofoguetes, cada veículo desceu de seu aterrizador e caminhou pelo solo de Marte, tirando diversas fotos.
Os cientistas analisam estas fotos, escolhem as rochas e solos mais interessantes para serem geologicamente estudados e orientam os veículos a se dirigirem aos seus alvos de pesquisa.
Globalmente as missões enviadas a Marte visam:
* Determinar se houve vida no passado de Marte.
* Estudar o clima de Marte.
* Estudar a geologia de Marte.
* Preparar caminho para a exploração humana.
Fonte: Wikipedia.org
Voyager 1 é uma sonda espacial que em 21 de Janeiro de 2005 completou dez mil dias de atividade, desde que foi lançada em 5 de Setembro de 1977 pela NASA. Inserida no programa Voyager que previa o desenvolvimento de duas sondas de exploração inter-planetária (Voyager 1 e 2), tinha como objetivo a realização de um Grand Tour aproveitando o posicionamento favorável dos gigantes gasosos do sistema solar. Originalmente, porém, o Grand Tour foi desenhado para permitir visitas a apenas Júpiter e Saturno.
A Voyager 1 começou a fotografar Júpiter em janeiro de 1979. Sua aproximação máxima ao planeta aconteceu em 5 de março de 1979, a uma distância de cerca de 349 000 quilômetros do centro do planeta. Devido à maior resolução fotográfica permitida durante uma aproximação maior, a maioria das observações de luas, anéis, campos magnéticos e o cinturão de radiação do sistema de Júpiter foi feita durante um período de 48 horas durante a maior aproximação. A Voyager 1 terminou de fotografar o sistema de Júpiter em abril de 1979.
As duas sondas Voyager fizeram várias importantes descobertas sobre Júpiter, seus satélite, seu cinturão de radiação e seus anéis. A descoberta mais surpreendente no sistema de Júpiter foi a descoberta de atividade vulcânica em Io, que nunca tinha sido observado antes.
Jupiter por Voayager 1:
Depois do encontro com Júpiter, as duas Voyagers foram visitar Saturno e seu sistema de luas e anéis. O sobrevoo por Saturno da Voyager 1 aconteceu em novembro de 1980, com a aproximação máxima em 12 de novembro de 1980, quando a sonda chegou a 124 000 quilômetro das nuvens superiores de Saturno. As câmera da Voyager 1 detectaram estruturas complexas nos anéis de Saturno, e seus instrumentos de sensoriamento remoto estudaram a atmosfera de Saturno e de sua maior lua, Titã.
Como a sonda Pioneer 11 tinha detectado um ano antes uma fina e gasosa atmosfera em Titã, os controladores da Voyager 1 decidiram que ela iria fazer uma aproximação a Titã. Essa trajetória com um sobrevoo próximo a Titã causou um desvio gravitacional que enviou a Voyager 1 para fora do plano da eclíptica, acabando com sua missão planetária. A Voyager 1 poderia ter seguido uma trajetória diferente, em que os efeitos gravitacionais de Saturno poderiam ter impulsionado ela em direção a Plutão. No entanto, isso não aconteceu, porque a outra trajetória que levava a um sobrevoo próximo a Titã tinha mais valor científico e menos risco.
Em 2005 a Voyager 1 percorreu mais de 14 bilhões de km (95 Unidades Astronômicas) e afasta-se de nós a uma velocidade de 17,2 km/s (ou 3,6 UA/ano). Os sinais enviados por ela (ou enviados para ela) demoram 760 minutos para chegarem até a Terra.
Atingiu, em 12 de agosto de 2006, uma distância de 100 unidades astronômicas do Sol, tornando-se o primeiro objeto construido pela mão do ser-humano a percorrer tal distância. Em 15 bilhões de quilômetros, está monitorando um espaço interestelar desconhecido pela humanidade. Estima-se que possa se libertar em breve da influência da gravidade do Sol, e em 2020 poderá perder a comunicação com a Terra.
Em Maio de 2010, a sonda encontrava-se a 113,3 UA no plano da constelação de Ofiúco.
Em torno de 14 mil anos ou mais, desde que nenhum choque físico com algum objeto externo (detritos ou outros fatores físicos) a comprometa, ela deverá emergir da Nuvem de Oort, lar dos cometas, muito além dos limites da Heliosfera, porém ainda considerada o limite extremo do Sistema Solar. Enfim, em torno de 40.000 anos, ela deve passar a 1,6 anos-luz da estrela AC+79 3888, da constelação da Girafa, que atualmente pertence a esta mas em 40.000 anos, estará na constelação de Ofiúco, seguindo na sua eterna rota pelo espaço sideral.
Em 13 de dezembro de 2010, depois de meses à espera da confirmação dos dados, a NASA anunciou que a Voyager 1, viajando a uma velocidade de 17 km/s, havia em junho deste ano alcançado a zona de heliopausa, tornando-se o primeiro artefato humano a chegar à fronteira do Sistema Solar. Nesta data, a nave espacial estava a aproximadamente 17,3 bilhões km (10,8 bilhões de milhas) de distância do Sol.[3] Atualmente, a Voyager 1 é o mais distante objeto feito pelo homem a partir da Terra, viajando fora do planeta e do Sol a uma velocidade relativamente mais rápida que qualquer outra sonda.
Fantástico!
Fonte: Wikipedia.org
"Apollo 11 foi a quinta missão tripulada do Programa Apollo e primeira a pousar na Lua, em 20 de Julho de 1969. Tripulada pelos astronautas Neil Armstrong, Edwin 'Buzz' Aldrin e Michael Collins, a missão cumpriu o objetivo final do Presidente John F. Kennedy, que, num discurso ao povo norte-americano em 1962, estabeleceu o prazo do fim da década para que o programa espacial dos Estados Unidos realizasse este feito. Neil Armstrong, comandante da missão, foi o primeiro ser humano a pisar na superfície lunar."
Essa é uma definição tradicional sobre Apollo 11. Mas o que não falta são pessoas para refutar o maior feito do ser humano.
Desde 1969 várias pessoas tem se esforçado procurando alguma evidência irrefutável sobre a grande farsa que porventura seria o programa Apollo 11. E podemos dizer que até agora todas as evidências da farça fora refutadas com uma certa facilidade pelos que acreditam que a viagem e o feito foram verdadeiros.
Eu, curioso que sou, entrei nessa polêmica para tirar minhas conclusões sobre o assunto. E peregrinando no youtube encontrei esse vídeo que compartilho com vocês:
http://www.youtube.com/watch?v=aQ74-pp2sfc
Ele é apenas um trecho de um documentário maior com um certo cunho religioso.
Nele vi algo que foi difícil refutar:
Se assistirem a partir de 01:45, verão que Neil Armstrong diz que está à 130.000 milhas de distância da terra. Ele diz que há apenas uma janela na nave que daria para ver a terra. E, segundo ele, ela está totalmente ocupada. Mas depois aparece um vulto, que o vídeo diz ser um suposto braço. E vendo por esse ponto, seria impossível uma escoltilha totalmente ocupada com um vulto de um braço aparecendo.
E, em 03:37 aparece uma luz estranha à esquerda, parecida com uma luz do interior da nave que logo se revela em 04:03.
Não haveria motivos de se fazer isso se realmente eles estivessem à 130.000 milhas de distância. Segundo o vídeo, ninguém poderia passar pelo cinturão de radiação que existe na alta atmosfera terrestre.
Apresentei para alguns defensores do Apollo 11 e refutaram facilmente do modo deles.
Bom, como dizem, de todas as coisas seguras, a mais, com certeza, é a dúvida. Mas e vocês? Qual a conclusão que chegam?
Fonte: Wikipedia.org; YouTube.