quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Voyager 1




Voyager 1 é uma sonda espacial que em 21 de Janeiro de 2005 completou dez mil dias de atividade, desde que foi lançada em 5 de Setembro de 1977 pela NASA. Inserida no programa Voyager que previa o desenvolvimento de duas sondas de exploração inter-planetária (Voyager 1 e 2), tinha como objetivo a realização de um Grand Tour aproveitando o posicionamento favorável dos gigantes gasosos do sistema solar. Originalmente, porém, o Grand Tour foi desenhado para permitir visitas a apenas Júpiter e Saturno.

A Voyager 1 começou a fotografar Júpiter em janeiro de 1979. Sua aproximação máxima ao planeta aconteceu em 5 de março de 1979, a uma distância de cerca de 349 000 quilômetros do centro do planeta. Devido à maior resolução fotográfica permitida durante uma aproximação maior, a maioria das observações de luas, anéis, campos magnéticos e o cinturão de radiação do sistema de Júpiter foi feita durante um período de 48 horas durante a maior aproximação. A Voyager 1 terminou de fotografar o sistema de Júpiter em abril de 1979.

As duas sondas Voyager fizeram várias importantes descobertas sobre Júpiter, seus satélite, seu cinturão de radiação e seus anéis. A descoberta mais surpreendente no sistema de Júpiter foi a descoberta de atividade vulcânica em Io, que nunca tinha sido observado antes.

Jupiter por Voayager 1:






Depois do encontro com Júpiter, as duas Voyagers foram visitar Saturno e seu sistema de luas e anéis. O sobrevoo por Saturno da Voyager 1 aconteceu em novembro de 1980, com a aproximação máxima em 12 de novembro de 1980, quando a sonda chegou a 124 000 quilômetro das nuvens superiores de Saturno. As câmera da Voyager 1 detectaram estruturas complexas nos anéis de Saturno, e seus instrumentos de sensoriamento remoto estudaram a atmosfera de Saturno e de sua maior lua, Titã.

Como a sonda Pioneer 11 tinha detectado um ano antes uma fina e gasosa atmosfera em Titã, os controladores da Voyager 1 decidiram que ela iria fazer uma aproximação a Titã. Essa trajetória com um sobrevoo próximo a Titã causou um desvio gravitacional que enviou a Voyager 1 para fora do plano da eclíptica, acabando com sua missão planetária. A Voyager 1 poderia ter seguido uma trajetória diferente, em que os efeitos gravitacionais de Saturno poderiam ter impulsionado ela em direção a Plutão. No entanto, isso não aconteceu, porque a outra trajetória que levava a um sobrevoo próximo a Titã tinha mais valor científico e menos risco.

Em 2005 a Voyager 1 percorreu mais de 14 bilhões de km (95 Unidades Astronômicas) e afasta-se de nós a uma velocidade de 17,2 km/s (ou 3,6 UA/ano). Os sinais enviados por ela (ou enviados para ela) demoram 760 minutos para chegarem até a Terra.

Atingiu, em 12 de agosto de 2006, uma distância de 100 unidades astronômicas do Sol, tornando-se o primeiro objeto construido pela mão do ser-humano a percorrer tal distância. Em 15 bilhões de quilômetros, está monitorando um espaço interestelar desconhecido pela humanidade. Estima-se que possa se libertar em breve da influência da gravidade do Sol, e em 2020 poderá perder a comunicação com a Terra.

Em Maio de 2010, a sonda encontrava-se a 113,3 UA no plano da constelação de Ofiúco.

Em torno de 14 mil anos ou mais, desde que nenhum choque físico com algum objeto externo (detritos ou outros fatores físicos) a comprometa, ela deverá emergir da Nuvem de Oort, lar dos cometas, muito além dos limites da Heliosfera, porém ainda considerada o limite extremo do Sistema Solar. Enfim, em torno de 40.000 anos, ela deve passar a 1,6 anos-luz da estrela AC+79 3888, da constelação da Girafa, que atualmente pertence a esta mas em 40.000 anos, estará na constelação de Ofiúco, seguindo na sua eterna rota pelo espaço sideral.

Em 13 de dezembro de 2010, depois de meses à espera da confirmação dos dados, a NASA anunciou que a Voyager 1, viajando a uma velocidade de 17 km/s, havia em junho deste ano alcançado a zona de heliopausa, tornando-se o primeiro artefato humano a chegar à fronteira do Sistema Solar. Nesta data, a nave espacial estava a aproximadamente 17,3 bilhões km (10,8 bilhões de milhas) de distância do Sol.[3] Atualmente, a Voyager 1 é o mais distante objeto feito pelo homem a partir da Terra, viajando fora do planeta e do Sol a uma velocidade relativamente mais rápida que qualquer outra sonda.

Fantástico!

Fonte: Wikipedia.org

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Apollo 11 e suas controvérsias

"Apollo 11 foi a quinta missão tripulada do Programa Apollo e primeira a pousar na Lua, em 20 de Julho de 1969. Tripulada pelos astronautas Neil Armstrong, Edwin 'Buzz' Aldrin e Michael Collins, a missão cumpriu o objetivo final do Presidente John F. Kennedy, que, num discurso ao povo norte-americano em 1962, estabeleceu o prazo do fim da década para que o programa espacial dos Estados Unidos realizasse este feito. Neil Armstrong, comandante da missão, foi o primeiro ser humano a pisar na superfície lunar."
Essa é uma definição tradicional sobre Apollo 11. Mas o que não falta são pessoas para refutar o maior feito do ser humano.
Desde 1969 várias pessoas tem se esforçado procurando alguma evidência irrefutável sobre a grande farsa que porventura seria o programa Apollo 11. E podemos dizer que até agora todas as evidências da farça fora refutadas com uma certa facilidade pelos que acreditam que a viagem e o feito foram verdadeiros.
Eu, curioso que sou, entrei nessa polêmica para tirar minhas conclusões sobre o assunto. E peregrinando no youtube encontrei esse vídeo que compartilho com vocês:

http://www.youtube.com/watch?v=aQ74-pp2sfc

Ele é apenas um trecho de um documentário maior com um certo cunho religioso.
Nele vi algo que foi difícil refutar:
Se assistirem a partir de 01:45, verão que Neil Armstrong diz que está à 130.000 milhas de distância da terra. Ele diz que há apenas uma janela na nave que daria para ver a terra. E, segundo ele, ela está totalmente ocupada. Mas depois aparece um vulto, que o vídeo diz ser um suposto braço. E vendo por esse ponto, seria impossível uma escoltilha totalmente ocupada com um vulto de um braço aparecendo.
E, em 03:37 aparece uma luz estranha à esquerda, parecida com uma luz do interior da nave que logo se revela em 04:03.
Não haveria motivos de se fazer isso se realmente eles estivessem à 130.000 milhas de distância. Segundo o vídeo, ninguém poderia passar pelo cinturão de radiação que existe na alta atmosfera terrestre.

Apresentei para alguns defensores do Apollo 11 e refutaram facilmente do modo deles.

Bom, como dizem, de todas as coisas seguras, a mais, com certeza, é a dúvida. Mas e vocês? Qual a conclusão que chegam?

Fonte: Wikipedia.org; YouTube.